terça-feira, 1 de julho de 2008

Abel e Natália - O dia seguinte, parte 2

(continuação do capitulo anterior)


Com o tempo, todos se sentaram na mesa para almoçar. Os convivas estavam animados, provando a comida e provando as bebidas. Havia de todos os tipos, desde Coca-Colas até a cerveja e algum vinho branco. Ali falava-se, discutia-se, contavam-se histórias passadas e presentes, ria-se à gargalhada. Parecia um pequeno pedaço do Paraíso redescoberto e que se iria aproveitar da melhor maneira possivel. Também se podia comparar aquilo a um belo almoço mediterrânico, enorme, com comida e bebida à farta na mesa, onde só faltava ser ao ar livre. Mas nesse dia, tinham as janelas abertas e sentiam o vento quente vindo de fora, portanto, o ambiente ia dar no mesmo.

Abel sentou-se ao lado da Natália, com ela à sua direita. Na sua esquerda estava Fernanda, a misteriosa amiga argentina, que só sabiam que oficialmente, era a namorada do Javier. Ele topou-a e trocaram sorrisos, mas ele só tinha olhos em Natália. Quando ela podia, punha a mão na coxa de Abel, e ele retribuia o gesto, colocando a mão na coxa dela. De vez em quando, a sua mão ia um pouco mais acima, com as pontas dos dedos a tocar levemente a zona dos lábios vaginais. Tocava, mas não estimulava, pois pretendia fazer isso mais tarde...



O almoço estava bem adiantado, e os convivas já tinham bebido mais um pouco. Abel, que já tinha emborcado um belo cocktail de bebidas, que iam do vinho branco à Coca-Cola, para tentar cortar o alcool, estava de mão dada com Natália debaixo da mesa, e elas estavam nas coxas, com ele a tentar ir mais longe, com passagens agora mais vigorosas na parte da virilha. Natália já tinha avisado para parar, mas ele não tava muito disposto a isso.

No momento a seguir, Natália levanta-se para ir à casa de banho, para aliviar a bexiga. Abel recompô-se no lugar e notou que, de repente, tinha outra mão na coxa. Ficou gelado. Quem seria o atrevidinho? Não teve que procurar muito, pois quando olhou de lado, observou Fernanda a olhar para ele, esboçando um sorriso. Tentou discretamente por a mão debaixo da mesa e persuadi-la para tirar a mão do lugar, mas ela fez isso antes. Abel lançou-lhe um olhar de desaprovação, mas ela não ligou.

Logo a seguir, Natália voltou da casa de banho, e sentou-se no lugar. Imediatamente, Abel passou as mãos pela coxa dela, e reagiu sorrindo. Virou-se e quando a ia beijar, o grupo entoou em coro: "É com a lingua, com a lingua, lala...". Hesitaram por um momento, para olhar o grupo, e deram o beijo prometido. Quando acabaram, Abel recompôs-se, largando a mão da coxa dela. Imediatamente a seguir, sentiu uma mão na sua coxa, o que fez esboçar um sorriso... e outra mão na coxa. E ambas passavam a mão em passadas longas e lentas, de uma maneira libidinosa. Abel podia ter imaginado tal coisa nos seus sonhos mais loucos, mas julgava que isso nunca seria realidade. E agora que o era, estava mais aterrado que outra coisa. Mas cedo passou, quando a mão de Fernanda foi recolhida.

O incidente passou depressa. Com o adiantar dos minutos e das horas, o almoço foi acabando, e já não havia bebidas na mesa. todos andavam um pouco cheios e com algum alcool no sangue, mas as conversas continuavam alegres e descontraídas. Sabiam que mais logo, o jantar seria num restaurante, e o convivio daquele fim de semana continuaria até dentro da noite...


Perto das três e meia, Abel e Natália decidiram sair dali e passear pela cidade. Despediram-se do resto do grupo, com um "até logo", obtendo respostas do calibre "vejam lá se chegam a tempo" ou então "tentem não ser apanhados pela policia". Sairam do prédio, pegaram o carro e foram para um café ali perto. Depois de pedirem, Abel começou a conversar:

- Natália
- Sim cariño?
- Porque é que disseste aquilo ontem à noite?
- O quê?
- Aquilo do teu ex.

A boa disposição de Natália desvanece rapidamente. Ela respondeu:

- Pois... eu conheci um homem há dois anos. A principio era um sueño: rico, trabalhava num escritório de abogados muito famoso em Madrid, familia bien, muy catolica, com ligações à Opus Dei, pelo menos tem um tio padre. Pero descobri que ele era muito tenebroso.
- Como assim, tenebroso?
- Primeiro descobri umas nodoas en su cuerpo. Depois me pediu para ir a clubes esquesitos.
- Clubes de swing?
- No... clubes de sado-maso.
- Hã?
- Si... a el le gustava o chicote. E mais: gostava de homens e mulheres, e queria que participasse tambem.
- Credo...
- Passado un rato, descobri que bebia. Mucho. Havia dias que su boca tresandava a whisky. E...

Aqui, a voz ficou trémula e não conteve uma lágrima furtiva que lhe fugia pela cara abaixo, que os seus óculos de sol não conseguiam disfarçar. Tirou-os e enxugou. Respirou fundo e prosseguiu.

- Fiquei com nodoas nos brazos e até um olho negro, pois batia-me mesmo, muy fuerte. Só que não dizia nada aos mis amigos, por causa da... como se diz, verguenza?
- Vergonnha, Natália.
- Si, pues... un dia, há um mês, ele chegou borracho a casa, e fartei-me. Andamos à luta, e parti a botella de whisky que trazia na mão na cabeza, e ele reagiu colocando... como se diz cuchillo?
- A faca... ele colocou-te uma faca no pescoço?
- Si.
-Mas não vejo nada.
- Ele não me enconstou muito. A cicatriz passou depressa.
- Ah...
- Expulsei-o de casa, e está desde então numa clinica de reabilitacion. Mas acabei todo con ele. E já ia acabar na misma.
- É por isso que vens para cá?
- Sim. Pero foi uma coincidencia. Abriu o concurso e aproveitei. E também tinha esperanza de te atrapar...
- Apanhar, Natália, apanhar.
- Sim, tu vais ayudar a melhorar o português.
- Ah sim, esqueceste de muita coisa...


Abel passou a sua mão direita na cara dela, em sinal de carinho. Ela beijou-a quando ele passou pela boca, e agarrou-a com a mão esquerda. Aproximaram-se e beijaram longamente na boca. Depois ficaram lado a lado, virados para o sol, apreciando a paisagem circundante. Pouco tempo depois, pagaram a conta e sairam de lá.


Foram caminhar de volta para o carro, que ele o tinha deixado num parque de estacionamento subterrâneo, no nível menos 2, o mais abaixo deles todos. O seu Mini vermelho estava estacionado encostado à parede, num sítio onde poucos carros lá estavam. As luzes eram pequenas, dando alguma obscuridade a aquele ambiente. Mas em compensação, estava mais fresco do que os 35 graus que estavam lá fora.


Quando chegaram ao carro, Abel encostou Natália à porta, e beijou-a longamente. A seguir, colocou a mão num dos seios dela, mas o soutien que ela tinha posto tornava as coisas um pouco incomodativas. Mas logo a seguir, Natália agarrou-o e num golpe súbito, conseguiu encostar Abel à porta, batendo com algum estrondo. Baixou-se, até à cintura, abriu a braguilha de botões das calças que ele tinha vestido e tirou-o para fora. Logo a seguir, começou a chupar ao de leve, perferindo senti-lo ao de leve na sua boca e brincando-a com a lingua. Abel sentia ao mesmo tempo prazer e embaraço.

- Olha lá, fazer um broche aqui não é lá muito recomendável. Nem sei se têm câmaras de segurança...
- Tranquillo, cariño, dizia, enquanto começava a chupar com mais vigor.
- Natália, aqui não. Se quiseres, podemos fazer no carro.
- Si, por supuesto, disse.

Ambos entraram dentro do carro, e quase a seguir, Natália baixou-se para sentir o pau dele na sua boca. O sexo oral continuava, para deleite de Abel. Passava uma das mãos pela cabeça dela, enquanto que tentava, por outro lado, chegar aos seios dela. De quando em quando, olhava para o lado, para ver se ninguém os observava, mas naquele dia e naquele andar, não circulava ninguém. Num Sábado à tarde com calor, o mais certo era toda a gente estar na praia...

Pouco depois, Natália para e volta a sentar-se no lugar. Nada de especial tinha acontecido, para além do broche. Tira a camisa, e depois o soutien, mostrando de novo os seus seios, nem grandes nem pequenos, com cumes quase perfeitos. Observou-os e sorriu. Ela depois pegou no manípulo que regulava o banco da frente, e rodou-o, de forma a baixar, formando uma espécie de cama. Depois, voltou a vestir e a abtooar a camisa. Achou a manobra um pouco esquisita, mas esqueceu isso quando disse.


- Cariño, vem a meus brazos.

Ele obedeceu, beijando-a vigorosamente nos lábios. Encostados um ao outro, poassavam as mãos pelo corpo, e enquanto faziam isso, começaram a desapertar as suas calças. Baixaram lentamente, e ele também decidira tirar os botões da camisa dela, no sentido de lhe chupar os seios. Quando os chupava, Natália gemia de prazer. Sentia-o, ao premir a mão na cabeça dele, que estava a sentir gozo com tudo aquilo.


Depois, ele ficou ao nivel dela. Já tinha desabtooado a camisa dele, e ambas as pelas estavam em contacto um com outro. Depois baixaram as calças, estando ambos à mostra. Com gentileza, Abel apontou e penetrou-a, e ela gemeu de prazer, em consequência. ele beijava-a no pescoço, e logo a seguir, os movimentos da sua pelvis começavam a ser mais rápidos. Ambos gemiam, cada vez mais alto, e quem visse aquele Mini vermelho por fora, notava que já abanava com movimentos vigorosos da sua suspensão. Lá dentro, gritava-se, gemia-se, ouviam-se os "si carinho, folla me toda" de Natália, que tinham como resposta os "gostas dela todo dentro de ti?" de Abel. Foi assim nos minutos que passaram como se fossem horas, intensos no prazer, vigorosos na força. E de repente, um gemido de alivio. Abel tinha-se vindo dentro dela, e ambos sorriram, pelo que tinham acabado de fazer. Beijaram-se e ele ainda deixou-o dentro dela por mais algum tempo, a gozar a recompensa pelo trabalho bem feito. E depois abraçaram-se.


(continua amanhã)

3 comentários:

Maryposa disse...

pues que este capitulo me he hecho rir!!! especialment a parte do trabalho bem feito dentro d um mini, loooool :P

Pall Mall disse...

Mary... qualquer queca dentro de um carro como um Mini (mesmo os modernos), é um feito! Nunca o fiz num, pois fui "abençoado" com Twingos e Seat Ibiza...

Maryposa disse...

tenta um yaris :P mas continuo a dizer, pode ser um feito mas n sei s mto bem feito, lol

ps: ibiza é possivel :PPP