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domingo, 25 de janeiro de 2009

Walter Cronkite e o jornalismo americano do século XX (parte VII)




A 22 de Janeiro de 1973, a noticia tinha brotado inesperadamente: em Paris, Os Estados Unidos, o Vietname do Norte e o Vietname do Sul tinha finalmente chegado a um acordo de paz, do qual ficou para a História como o "Tratado de Paris". Henry Kissinger, o enviado especial do presidente Nixon, tinha chegado a um acordo com Le Duc Tho, o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Vietname do Norte, que visava o cessar dos combates e a retirada das tropas americanas da região. Após quase 30 anos de guerra, a paz, aparentemente, tinha chegado a aquele país do Sudeste Asiático.



Mais tarde, Kissinger e Tho seriam galardoados em conjunto com o Nobel da Paz desse ano, mas o ministro vietnamita recusou o prémio, pois nessa altura, o acordo tinha chegado ao ponto de "letra morta", pois os combates continuavam. Dois anos depois, a 29 de Abril de 1975, os norte-vietnamitas tomavam Saigão, terminando oficialmente a guerra, e a reunificação do Vietname, sob um regime de inspiração marxista.



Mas na CBS, no final de uma das peças referentes ao Acordo, vê-se Walter Cronkite ao telefone, com um dedo espetado, dando sinal de espera. Estava a receber a chamada de Tom Johnson, o adido de imprensa do ex-presidente Lyndon Johnson, informando que o antecessor de Nixon tinha acabado de falecer no seu rancho do Texas, vítima de ataque cardíaco. Johnson, então com 64 anos, sofria do coração há já vários anos, e semanas antes tinha sofrido outro ataque. Cronkite era o primeiro a saber, antes da concorrência, por um canal priveligiado. Era mais um sinal de que era de facto o melhor da sua profissão, e a CBS fora a primeira cadeia de TV a informar a morte do Presidente Johnson.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Finalmente, uma Playboy tuga?

Hoje, enquanto andava a ler a imprensa diária, vi um pequeno anuncio no jornal Público: a Playboy poderá editar uma edição portuguesa, que começaria a estar nas bancas a partir do primeiro trimestre de 2009.


Confesso que sorri com essa noticia. E porquê? Acho que já era altura de termos uma revista dessas. Por vários motivos: temos neste momento quatro revistas masculinas, a GQ, a FHM, a Maxmen e a Men's Health (embora esta última tenha outro tipo de objectivos). Se já leram este tipo de revistas, sabem que elas mostram as meninas de bikini, os gadgets, artigos de fundo, e moda, muita moda. A playboy iria ser a mesma coisa, mas com mais um ingrediente: a menina nua, na página do centro (a famosa "centerfold")


E como também sabem, muitas daquelas meninas que vimos nas novelas, já "desfilaram" nessas revistas de bikini. Por mim, tudo bem. Mas muitas das vezes, fico a pensar: 'Por quanto é que fariam para posarem nuas?' E digo isto porque no Brasil, é usual as actrizes de novela (e não só) posarem nuas. E as revistas vendem muito por aquelas bandas...


No final, pode ser o "vil metal" que está em jogo. Mas confesso que teria imensa curiosidade para ver qual daquelas meninas do nosso "jet set" que juraram outrora a pés juntos que 'nunca posaria nua na vida', tirasse tudo a troco de um pequeno maço de notas. Será que estará em breve (depois de muitas"ameaças") o ensaio fotográfico da Elsa Raposo, tal qual ela veio ao mundo? Uhhh... Scary!


Mas enfim, digo isto: Seja bem-vinda, Playboy. Já não era sem tempo!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Um anuncio diferente!

Este anuncio foi feito há mais de 15 anos por um comediante brasileiro chamado Costinha (1922-1995), para a lotaria do Rio de Janeiro.

Conhecido pelas suas piadas brejeiras (poderia passar por avô do Fernando Rocha...) este anuncio tem duas partes. A primeira é o anuncio que passou na televisão, e a segunda parte é para... digamos, maiores de 18 anos.


Impagável!