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domingo, 31 de maio de 2009
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quinta-feira, 5 de março de 2009
O pasquim vai virar revista?
A Controlinveste, que anda a correr com jornalistas à força toda, pode estar agora a fazer mais algumas alterações significativas em alguns dos seus jornais. Uma delas tem a ver com o jornal 24 Horas, que pode virar revista, algo que já é ao Sábado e ao Domingo, diz hoje o jornal especializado "Meios & Publicidade".Contactados pelo orgão de informação, Pedro Tadeu, o director, e João Marcelino, o administrador, escusram-se a comentar o assunto. O jornal, fundado em 1998, tem vindo a perder leitores desde Agosto do ano passado, quando teve uma média de 44 mil leitores, para ter agora uma média abaixo de 30 mil no mês de Dezembro. A crise faz os seus estragos, e esta pode ser uma forma de escapar a ela. Mas num meio saturado de revistecas "cor de rosa", acho mas é que isto é um passo rumo à extinção do pasquim... irónico, não é?
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
As coisas vão piorar antes de melhorar. Garantidamente!
"Quarenta milhões de pessoas podem engrossar este ano o número de desempregados no mundo, se a situação económica se continuar a deteriorar, prevê a Organização Internacional do Trabalho (OIT), num relatório hoje divulgado.(...)"Já viram a bomba social que está a prestes a rebentar por aí? Ontem anunciaram-se 75 mil novos desempregados num só dia, em várias multinacionais. Hoje foram algumas fábricas. E amanhã?
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Economia e algumas americanices...
As Bolsas mundiais andam numa autêntica montanha-russa. Ora descendo dez por cento à Sexta, subindo outros dez à Segunda... Bonito! Entretanto, a Islândia está MESMO na bancarrota. O meio milhão de "islenskas" está quase a entrar em pânico, pois o estado islandês já disse que ficou sem divisas estrangeiras para pagar, e pode ter de fazer racionamento dos alimentos e da gasolina. Quem diria, uma das economias mais ricas e mais sólidas do mundo! Parece que toda essa solidez era artificial...
Hoje também soube que Paul Krugman, de 55 anos, recebeu o Prémio Nobel de Economia. O seu trabalho tem a ver com uma teoria sobre as economias de escala, em que refere que a globalização fez atrair as pessoas para as cidades, que devido ao baixo custo dos transportes, se tornaram, entre outras coisas, em altos centros de tecnologia. Numa época em que passamos, a escolha de Krugman foi mesmo acertada, pois para além de ser teórico, é um critico desta liberalização selvagem, que deu no que estamos a ver. Mas também, não me admiraria nada que tivesse sido uma escolha de última hora...
Para finalizar: recebi este belo cartaz. De facto, é MESMO publicidade inteligente. Mas só acreditarei que isto vai resultar no dia da eleição, especialmente depois de ouvir falar de um "efeito Bradley"...quinta-feira, 2 de outubro de 2008
A crise económinca, numa visão mais humoristica...
Aparentemente, os americanos andam a ver o seu futuro cada vez mais negro, embora o Senado americano tenha aprovado esta madrugada (74 votos contra 25) o tal pacote de 700 mil milhões de dólares que George W. Bush quer implementar para salvar a economia americana.Agora, a bola está nas mãos do Congresso americano, que teve a desfaçatez de chumbar o plano presidencial (a poucas semanas das eleições, e com um terço do Senado a votos, estavam à espera de quê?), e há sempre pessoal que aproveita a situação para mandar umas boas risadas, fazendo jus ao ditado de "A brincar, a brincar, se dizem coisas sérias". Pode ser que em breve, esta caricatura se torne realidade...
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Agora sim, estamos em crise
Se ontem ficamos um pouco surpreendidos com o colapso da Lehman Brothers, amanhã poderemos ter outra: o governador de Nova Iorque, Frank Paterson, deu 24 horas à American International Group (AIG), para arranjar 75 mil milhões de dólares, caso contrário, declarará a falência do organismo.“Penso que só resta um dia, mas penso que é o momento, agora, para o sim ou o não conseguir reunir entre 75 e 80 mil milhões de dólares”, disse Paterson, interrogado pela cadeia de televisão CNBC.
Empregando 116 mil funcionários em 130 países, o grupo AIG possui 74 milhões de clientes em todo o mundo, na maioria de origem norte-americana, que não terão segurados os seus bens em caso de falência da AIG.
Já agora, esta é a empresa que está estampada nas camisolas do Manchester United. Amanhã é dia de competições europeias. Não será embaraçoso termos alguns milhões a olhar mais para a camisola do que do jogo propriamente dito? Ou será que aparecerão sem os patrocinadores? O que sei é que isto é o tal "efeito dominó" que os analistas previam. O que é típico de um capitalismo com poucas regulamentações, como é o americano...
"O capitalismo sem falências é como a Cristandade sem Inferno", Frank Borman, ex-astronauta e ex-presidente da Eastern Airlines. A companhia de aviação faliu em 1991.
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